sábado, 30 de agosto de 2014

CURIOSIDADES NOS LIVROS DE GÊNESIS E ÊXODO






CURIOSIDADES NOS LIVROS DE GÊNESIS E ÊXODO



GÊNESIS 

13. Quem foi o primeiro bígamo citado na Bíblia e quais eram os nomes das esposas ? 
R: Lameque. Ada e Zilá. Gênesis 4-19. 

14. Quem foi o pai dos que habitam em tendas e possuem gado ? 
R: Jabal. Gênesis 4-20. 

15. Quem foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta ? 
R: Jubal. Gênesis 4-21. 

16. Quem era rei e sacerdote ao mesmo tempo ? 
R: Melquisedeque. Gênesis 14-18. 

17. Qual é a única mulher cuja idade é mencionada na Bíblia ? 
R: Sara. Gênesis 23-1. 

18. Onde lemos na Bíblia de camelos se ajoelhando ? 
R: Gênesis 24-11. 

19. Quais os nomes dos filhos de Abraão ? 
R: Zinrá, Jocsã, Medã, Midiã, Jisbaque, Sua (filhos de Quetura), Isaque (filho de Sara) e Ismael (filho de Hagar). Gênesis 25-2,9. 

ÊXODO 

20. Qual a mãe que recebeu um salário para criar o seu próprio filho ? 
R: Joquebede, mãe de Moisés. Êxodo 2-8,9,10. 

21. Qual o nome do homem acusado por sua esposa de derramar sangue ? 
R: Moisés. Êxodo 4-24,25. 

22. Qual o sobrinho que se casou com a sua tia ? 
R: Anrão, pai de Moisés. Êxodo 6-20. 

23. Onde se lê na Bíblia que as águas, por serem amargas, não serviam para consumo, porém tornaram-se doces depois ? 
R: Êxodo 15-23,24,25. 

24. Onde se encontra a lei, por meio da qual um escravo ganhava liberdade por perder um dente ? 
R: Êxodo 21-27. 

25. Onde se lê na Bíblia que os israelitas foram advertidos para obedecerem a um Anjo ? 
R: Êxodo 23-20,21. 



Fonte: http://www.montesiao.pro.br/estudos/curiosidades/curiosidades_biblicas.html
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

LIÇÃO 8 - O CUIDADO COM A LÍNGUA -3º TRIMESTRE 2014





LIÇÃO 08 – O CUIDADO COM A LÍNGUA - 3º TRIMESTRE 2014
(Tg 3.1-12)

INTRODUÇÃO

Veremos nesta lição os ensinamentos do apóstolo Tiago quanto ao uso da língua. E estudaremos sobre o poder
que há neste pequeno órgão; e a força tanto destruidora como abençoadora que podem fluir deste minúsculo membro (Tg
3.1-12). Há um provérbio inglês que diz: “Tu és senhor da palavra não dita; a palavra dita é teu senhor”. Por isso, Davi
orava a Deus e pedia: “Põe, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta dos meus lábios!” (SI 141.3). Tiago se
expressa com veemência sobre o poder das nossas palavras negativas, quando diz que a língua usada da forma errada é
"um mundo de iniquidade"; que "contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela
mesma incendiada pelo inferno"; e, que ela é "um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero" (Tg 3.6,8).

I – A CARTA DE TIAGO E O USO DA LÍNGUA

Tiago demonstrou preocupação com os pecados da língua desde o início de sua carta (Tg 1.19; 26). Aqui, no
capítulo 3, ele deixa claro que, a exemplo da fé que não evidencia obras generosas, a língua também pode demonstrar
uma falta de transformação pelo Amor de Deus. A Bíblia nos mostra que a língua pode ser um instrumento de bênção ou
de destruição. Salomão, em Provérbios 6.16-19, elenca seis pecados que Deus aborrece e um que a alma de Deus
abomina. Dos sete pecados, três estão ligados ao pecado da língua: “a língua mentirosa, a testemunha falsa que profere
mentiras e o que semeia contendas entre irmãos”. Devemos ter muito cuidado com isso, pois as palavras podem dar vida
ou matar: “A morte e a vida estão no poder da língua...” (Pv 18.21); "A língua deles é uma flecha mortal" (Jr 9.8).
Jesus disse que é a língua que revela tudo que há no coração (Mt 12.34-37), e ainda ensinou que o que sai da boca
contamina o homem (Mt 15.11), e reflete o conteúdo do coração (Mt 15.18-19).

II – O PODER QUE HÁ NA LÍNGUA EM TIAGO 3.3-12

Tiago compara a língua com um cavalo sem freios, com um navio sem leme que pode bater nas rochas, com uma
fagulha que incendeia uma floresta, com uma fonte contaminada, com uma árvore que produz frutos venenosos, com um
mundo de iniquidade e com uma fera indomável. Assim como o freio determina a direção ao cavalo, e o leme, ao navio,
também a língua pode determinar o destino do indivíduo. Vejamos:
2.1 A língua tem o poder de dirigir (controlar) (Tg 3.3,4). A língua tem o poder de dirigir tanto para o bem como para
o mal. Tiago usa duas figuras para mostrar o poder da língua: “o freio e o leme”. Para que serve um cavalo indomável e
selvagem? Um animal indócil não pode ser útil, antes, é perigoso. Mas, se você coloca freio nesse cavalo, você o conduz
para onde você quer. Através do freio a inclinação selvagem é subjugada, e ele se torna dócil e útil. Tiago diz que a língua
é do mesmo jeito. Se você consegue controlar a sua língua, também conseguirá dominar os seus impulsos, a sua natureza
e canalizar toda a sua vida para um fim proveitoso (LOPES, 2006, p. 62).
2.2 A língua tem o poder de destruir (Tg 3.5-8). Tiago lança mão de outras duas figuras “o fogo e o veneno”. Ele diz
que uma fagulha pequena incendeia toda uma floresta. Assim como o fogo cresce, espalha, fere, destrói, provoca
sofrimento, prejuízo e destruição, assim também é o poder da língua. O que Tiago está querendo nos alertar é que a língua
tem o poder do fogo, o poder de destruir. Como o fogo destrói, também a língua destrói. A picada de um escorpião ou de
uma cobra pode ser tratada, mas muitas vezes, o veneno da língua é incurável (Ídem, 2006, p. 63).
2.3 A língua tem o poder de deleitar (Tg 3.9-12). Tiago disse que a língua tem o poder de dirigir e citou dois exemplos:
o freio e o leme. Também disse que a língua tem o poder de destruir e exemplificou com o fogo e o veneno. Mas, agora,
Tiago fala que a língua tem, também, o poder de deleitar e citou mais dois exemplos: “uma fonte e uma árvore”. A fonte
é um lugar onde os sedentos, os cansados chegam e encontram alento, vida, força, ânimo e coragem para prosseguirem a
caminhada da vida. Assim uma palavra boa: traz alento em meio ao cansaço; traz esperança em meio ao desespero; traz
vida no portal da morte (Ídem, 2006, p. 67). Tiago compara também a língua com uma árvore e seu fruto. A árvore fala
de fruto e que é alimento. Fruto renova as energias, a força, a saúde e dá capacidade para viver. Nós podemos alimentar as
pessoas com uma palavra boa, uma palavra vinda do coração de Deus, uma palavra de consolo. Isto também fala de um
sabor especial. Nós podemos dar sabor à vida das pessoas pela maneira como nos comunicamos.

III - TRÊS COISAS PRECISAM SER DESTACADAS NO PENSAMENTO DE TIAGO 3.6-12

O apóstolo Tiago no texto em apreço está enfatizando o mesmo que Jesus Cristo disse, que a boca fala daquilo
que o coração está cheio (Mt 12.34). Se o seu coração é mau, a palavra que vai sair da boca é má. A incoerência da língua
está no fato de que com ela bendizemos a Deus e também amaldiçoamos ao irmão, criado à imagem e semelhança de
Deus. Vejamos três ensinamentos sobre o uso da língua em Tiago:• Em primeiro lugar, “a língua é perigosa” (Tg. 3.6). Ela é mundo de iniquidade, ela é fogo, ela coloca em
destruição toda a carreira da vida humana.
• Em segundo lugar, “a língua é indomável” (Tg 3.7). O homem, com o seu gênio, consegue domar os animais do
campo, os répteis, e também os animais aquáticos. Doma todas as criaturas do ar, da terra e do mar. Porém, o
homem não consegue domar a própria língua. Se conseguisse domar sua língua, diz Tiago, então ele seria um
perfeito varão (Tg 3.2).
• Em terceiro lugar, “a língua é incoerente” (3.9-12). Não podemos encontrar em uma mesma fonte água salgada
e água doce. Não podemos colher figos de um espinheiro nem espinhos de uma figueira, mas podemos falar
coisas boas e coisas más com a mesma língua.

IV - A PERSPECTIVA DE TIAGO A RESPEITO DO USO DA LÍNGUA

Tiago ilustra a natureza perigosa de um órgão tão pequeno quanto à língua. Semelhante ao leme responsável por
guiar um gigante em alto mar, ao freio na boca dos cavalos para dominar o seu corpo e, bem como, a faísca que pode
incendiar uma floresta, assim é a potência da nossa língua tanto para fazer o bem quanto para o mal. A epístola de Tiago,
irmão do Senhor, apresenta a sua mensagem seguindo o modelo do Senhor Jesus, recheada de ilustrações. Suas
exortações e repreensões se tornam mais claras, a partir da linguagem que faz das comparações. Eis abaixo alguns
ensinamentos que podemos extrair da carta do apóstolo Tiago:
4.1 “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso
para também refrear todo o corpo” (Tg 3.2). Obviamente todos nós já falhamos, já tropeçamos em nossa própria
língua. Uma palavra falada é como uma seta lançada, não tem jeito de retorná-la. É como um saco de penas soltas do alto
de uma montanha, não podemos mais recolhê-las. Se controlamos nossa língua, controlamos nosso corpo inteiro, e
dominamos nossa vida. “Nós tropeçamos, e a Bíblia diz que é um laço para o homem o dizer precipitadamente, pois além
dos estragos provocados na vida de outros e na nossa própria vida, ainda vamos dar conta no dia do juízo por todas as
palavras frívolas que proferimos. Pelas nossas palavras seremos inocentados, ou pelas nossas palavras seremos
condenados” (LOPES, 2006, p. 60).
4.2 Devemos ter muito cuidado com o que falamos para não cometermos injustiças e pecados contra nosso
próximo. Sócrates, o pai da filosofia, costumava falar sobre a necessidade de passarmos tudo que ouvimos por três
peneiras. Quando alguém chegava para contar-lhe alguma coisa, geralmente perguntava o seguinte: “Você já passou o
que está me contando pelas três peneiras? O que você está me falando é verdade? A segunda peneira é: “Você já falou
para a pessoa envolvida o que você está me falando?” A terceira peneira: “O que você vai me contar, vai ajudar essa
pessoa? Vai ser uma palavra boa, útil, edificante para ajudar na solução do problema?” Se a pessoa não podia responder
positivamente ao crivo das três peneiras, então, Sócrates era enfático: “Por favor, não me conte nada, eu não quero saber”
(LOPES, 2006, p. 66). Jesus também nos ensinou esta mesma verdade quando disse: “Digo-vos, pois, que de toda
palavra fútil que os homens disserem, háo de dar conta no dia do juízo. Porque pelas tuas palavras serás justificado, e
pelas tuas palavras serás condenado” (Mt 12.36,37).
4.3 O apóstolo Tiago ensina-nos de forma ilustrada que, para o falar do cristão não ser prejudicial, precisa ser
controlado. Pois, pelos freios, os cavalos selvagens podem ser domados (Tg 3.3). Esse freio é domínio próprio, uma das
virtudes que compõe o fruto do Espírito - o fruto da disciplina (Gl 5.22). Logo, se o mais desenfreado membro do corpo, a
língua, estiver em sujeição a Cristo, então todo o corpo será controlado. Peçamos ao Espírito Santo que ponha guarda na
porta dos nossos lábios (Sl 39.1; 141.3).

CONCLUSÃO

Como pudemos ver, a nossa língua pode ser um instrumento de Deus para abençoar muitas pessoas, ou do diabo
para destruição delas. Para que ela seja usada de forma temperante devemos nos submeter ao domínio do Espírito Santo.
Por causa dessa tendência da natureza humana de pecar com a língua, a Bíblia exorta a “todo o homem seja pronto para
ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tg 1.19). Tiago chegou a dizer, nessa carta, que ninguém pode se dizer
religioso sem primeiro refrear sua língua (Tg. 1.27). Se o homem conseguisse domar sua língua, então ele seria um
perfeito varão (Tg 3.2). O apóstolo Paulo diz que antes de abrirmos a boca, precisamos avaliar se a nossa palavra é
verdadeira, amorosa, boa e edificante (Ef 4.29).
REFERÊNCIAS
• BARCLAY, W. Comentário Biblico de Tiago. PDF
• COELHO, A; DANIEL, S. Fé e Obras: Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica. CPAD.
• CHAMPLIN, R. N. Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Hagnos.
• HARPER, A. F. Comentário Bíblico Beacon. Tiago. Vol. 10. CPAD.
• STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
• TENNE, C. M. Enciclopédia da Bíblia. Editora Cultura Cristã.
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domingo, 3 de agosto de 2014

PENAS AO VENTO



Penas ao vento

 Conta-se que, num tempo e lugar distantes daqui, um jovem levantou falso testemunho inventando uma história repleta de meias verdades sobre uma pessoa inocente. A fofoca se espalhou rapidamente e começou a prejudicar a vítima.

 Ocorre que ao ver os danos causados, o jovem se arrependeu e procurou um velho sacerdote para conversar e pedir orientação. O sábio o atendeu calmamente, ouvindo cada uma de suas palavras. Ao final disse:
 - Você está realmente arrependido deste ato?


 O jovem rapidamente respondeu que sim e que inclusive já havia pedido perdão à pessoa que injustamente havia acusado.
 - Bem,  respondeu o confessor, então peço que você faça o seguinte:
 - Você vai pegar um travesseiro de penas, subir em um alto da montanha e soltar as penas ao vento.
            – Só isso? Admirou-se o rapaz.
 – Sim. Depois volte aqui


 No dia seguinte o jovem voltou muito satisfeito. Então o sacerdote disse:
 – Agora você está preparado para cumprir a outra parte. Volte à planície e recolha todas as penas novamente no travesseiro e venha me mostrar.
 O jovem olhou sem entender e disse:
 - Mas isso é impossível.
 - Justamente. Da mesma forma é impossível reparar a fofoca, a mentira, falso testemunho. Apenas porque a misericórdia de Deus é infinita, você poderá receber o perdão. Mas o mal que você provocou ficará pairando sempre, como penas ao vento. Pense bem antes de falar novamente algo contra alguém!
 Que tal espalhar esta história por aí como penas ao vento? 

Autoria desconhecida.
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sábado, 2 de agosto de 2014

LIÇÃO 6 - A VERDADEIRA FÉ NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS - 3° TRIM. 2014

 Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Recife / PE 
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais 
Pastor Presidente: Aílton José Alves 
Av. Cruz Cabugá, 29 – Santo Amaro – CEP. 50040 – 000       Fone: 3084 1524 

LIÇÃO 06 – A VERDADEIRA FÉ NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS - 3º TRIM. 2014   
(Tg 2.1-13) 

INTRODUÇÃO 
  Nos  primeiros  séculos  da  era  cristã,  alguns  cristãos  estavam  discriminando  os  pobres  e  honrando  aqueles  que 
eram ricos. Por isso, o apóstolo Tiago abordou esse importante ensino em sua epístola. Nesta lição, veremos a definição 
do termo acepção; analisaremos o ensino do apóstolo Tiago sobre este tema tão relevante e atual; e explicaremos porque 
não devemos fazer acepção de pessoas. 

I – DEFINIÇÃO DA PALAVRA 
  O  termo  acepção  deriva-se   do   grego  “prosõpolepteõ”  e   significa:   “favorecer   um   indivíduo”,   “mostrar 
parcialidade”  ou  “fazer  acepção  de  pessoas”.  “Esta  expressão  significa  demonstrar  atenção  especial,  ou  favoritismo,  a 
uma  pessoa  por  causa  da  sua  riqueza,  roupas  ou  posição”  (STAMPS,  1995,  p.  1927).  “A acepção  de  pessoas  no  Novo 
Testamento  significa  uma  parcialidade  injusta;  significa  lisonjear,  mostrar  espírito  servil  ou  prestar  atenção  especial  a 
alguém porque se trata de uma pessoa rica, influente, poderosa ou famosa” (BARCLAY, sd, p. 74). A Bíblia está repleta 
de ensinos contra a acepção de pessoas, tanto no Antigo como no Novo Testamento, como veremos a seguir:  
•  Exortando  os  hebreus  sobre  a  obediência  aos  mandamentos  divinos,  Moisés  lembra  ao  povo  que  Deus  não  faz 
acepção de pessoas e nem aceita recompensas (Dt 10.17); 
•  Nas leis acerca dos deveres dos juízes, Deus ordenou que eles não fizessem acepção de pessoas quando julgassem 
as causas do povo (Dt 16.18,19); 
•  Deus  não  faz  acepção  de  pessoas,  nem  estima  o  rico  mais  do  que  o  pobre,  pois  todos  são  obras  de  suas  mãos             
(Jó 34.19; Pv 22.2); 
•  Depois da visão do lençol com os animais impuros, e da descida do Espírito Santo sobre os gentios na casa de 
Cornélio, a lição que o apóstolo Pedro aprendeu foi que Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34); 
•  Paulo estava convencido de que tanto judeus como gentios estavam igualmente debaixo do juízo divino, porque 
para Deus não há diferença de pessoas, nem favoritismo (Rm 2.11); 
•  O apóstolo Pedro diz que Deus julga a cada um sem fazer acepção de pessoas (I Pe 1.17). 

II – O ENSINO DE TIAGO SOBRE ACEPÇÃO DE PESSOAS 
  No  capítulo  dois  de  sua  epístola,  o  apóstolo  Tiago  condena  o  favoritismo,  em  relação  aos  mais  ricos;  e  a 
discriminação, em relação aos pobres; prática comum na sociedade, que, aos poucos estava se infiltrando na igreja: 
 
2.1 “Meus irmãos, não tenhais a fé de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas” (Tg 2.1). 
Tiago ensina que a verdadeira fé também é conhecida pelo relacionamento imparcial com as pessoas, pois, o favoritismo 
e a acepção de pessoas não são atitudes de um verdadeiro cristão. Todos que estão em Cristo são igualmente herdeiros da 
graça da vida (I Pe 3.7); tendo todos uma só fé, um só Senhor, um só Espírito, um só Deus e uma só esperança (Ef 4.4-6). 
Por isso, não deve haver distinção entre judeu e gentio, servo e livre, macho e fêmea, pois todos são um em Cristo Jesus 
(Gl 3.26-28).  

2.2 “Porque, se no vosso ajuntamento entrar algum homem com anel de ouro no dedo, com vestes preciosas, e entrar 
também  algum  pobre  com  sórdida  vestimenta” (Tg  2.2).  Agora  o  apóstolo  cita  uma  ilustração  para  reforçar  a  ideia. 
Durante  um  culto  entra  um  homem  rico  com anéis  de  ouro  no  dedo e  muito  bem  vestido;  e  depois,  entra  também  um 
homem pobre maltrapilho. Qual deve ser a atitude do cristão? Ambos devem ser tratados com imparcialidade? Claro que 
sim! Mas, não era isso que estava ocorrendo na igreja, pois, o favoritismo, ou seja, a preferência por alguns em detrimento 
de outros, estava se tornando cada vez mais comum. Por isso, o apóstolo adverte acerca desse pecado. 

2.3 “E atentardes para o que traz a veste preciosa e lhe disserdes: Assenta-te tu aqui num lugar de honra, e disserdes 
ao  pobre:  Tu,  fica  aí  em  pé  ou  assenta-te  abaixo  do  meu  estrado,  porventura  não  fizestes  distinção  dentro  de  vós 
mesmos e não vos fizestes juízes de maus pensamentos?” (Tg 2.3,4). Com essas palavras, Tiago condena o favoritismo. 
Embora  fosse  comum  as  pessoas  bem  vestidas  e  de  boa  aparência  terem  um  tratamento  especial  e  serem  mais  bem 
recepcionadas  do  que  àquelas  que  são  aparentemente  pobres,  esta  atitude  não  deveria  ocorrer  entre  o  povo  de  Deus, 
principalmente  na  igreja! Tiago  condena  esse  comportamento  por  duas  razões:  primeiro,  porque  eles  estavam  fazendo 
distinção entre eles mesmos; e, em segundo lugar, porque eles se tornaram juízes de maus pensamentos, ou seja, pessoas 
que julgam equivocadamente, conforme a aparência (Jo 7.24). 

2.4 “Ouvi,  meus  amados  irmãos.  Porventura,  não  escolheu  Deus  aos  pobres  deste  mundo  para  serem  ricos  na  fé,  e 
herdeiros  do  reino  que  prometeu  aos  que  o  amam?” (Tg  2.5). O  Senhor  Jesus  veio  a  este  mundo  para  evangelizar  os 
pobres  (Is  61.1;  Lc  4.18).  Ele  mesmo  disse: “Bem-aventurados  vós,  os  pobres,  porque  vosso  é  o  Reino  de  Deus” (Lc 
6.20). Por isso, Tiago diz que Deus escolheu os pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do reino. Não que 
um  rico  não  possa  ser  salvo  (I  Tm  2.4;  Tt  2.11);  mas,  os  pobres  e  humildes  de  espírito  são  mais  sensíveis  ao  chamado 
divino para a salvação, e, consequentemente, mais acessíveis ao evangelho (Mt 5.3; 11.5; Lc 7.22; I Co 1.26; Mt 19.23). 
Para  o  cristão,  a  verdadeira  riqueza  consiste  na  fé  e  no  amor  que  se  expressam  na  atitude  de  seguir  ao  Senhor  (Sl 
72.2,12,13; Lc 6.20; Ap 2.9). Por esta razão eles se tornam ricos na fé e herdeiros do reino! 

2.5  “Mas vós desonrastes o pobre. Porventura não vos oprimem os ricos, e não vos arrastam aos tribunais?” (Tg 2.6).    
Deus expressou claramente na Lei sobre o dever de cuidar dos pobres e necessitados (Êx 23.11; Lv 19.10; 23.22; Dt 15.4; 
Sl 132.15) e que os ricos não poderiam obter qualquer favoritismo diante dos pobres (Êx 23.2,3,6 Dt 1.17; Pv 31.9). Mas, 
nem  sempre  estas  leis  foram  obedecidas  e  Deus  advertiu  o  povo  por  intermédio  dos  profetas  (Is  1.21-25;  Jr  17.11;                 
Am 4.1-3; 5.11-13; Mq 2.1-5; Hc 2.6-8; Zc 7.8-14). Tal qual os profetas do AT, o apóstolo Tiago lembra que os pobres 
estavam sendo desonrados pelos próprios irmãos, e que eles não deveriam esquecer que eram os ricos que os levavam aos 
tribunais quando eles não podiam pagar suas dívidas e muitas vezes diminuíam o salário dos pobres (Tg 5.4-6). 

2.6 “Mas,  se  fazeis  acepção  de  pessoas,  cometeis  pecado,  e  sois  redarguidos  pela  lei  como  transgressores” (Tg  2.9). 
Nesse texto, o apóstolo Tiago demonstra claramente que a acepção de pessoas deve ser evitada, pois é um pecado contra 
Deus e contra o próximo (Jó 13.8,10; 32.21; Cl 3.25). Aquele que trata as pessoas com preconceito ou favoritismo está 
transgredindo a lei de Deus (Lv 19.15; Dt 1.17; 16.19). Portanto, se queremos agradar a Deus, devemos tratar a todos sem 
distinção.  
 
III – PORQUE NÃO DEVEMOS FAZER ACEPÇÃO DE PESSOAS 
  Dentre as várias razões pelas quais não devemos tratar as pessoas com acepção, citaremos algumas:

3.1  Deus  não  faz  acepção  de  pessoas.  Diversos  textos  da  Bíblia  mostram  que  Deus  não  faz  acepção  de    pessoas                    
(Dt 10.17; II Cr 19.7; Jó 34.19; At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9), pois ele não olha para a aparência das pessoas, mas para o 
coração (I Sm 16.7). Ora, se Deus não trata as pessoas como indiferença, pois ele ama a todos, independente de cor, sexo 
ou classe social (Jo 3.16; Rm 5.8); nós, como seus filhos, também não devemos tratar as pessoas com dois pesos e duas 
medidas, ou seja, honrando uns e desprezando outros (Dt 16.19; Jó 13.8); 

3.2  Jesus nunca  fez  acepção  de  pessoas. Durante  o  seu  ministério  terreno,  o  Senhor  Jesus  chamou  Levi,  que  era  um 
publicano  para  ser  seu  discípulo,  e  foi  até  a  casa  dele  (Mt  9.9-13);  entrou  na  casa  de  Zaqueu  para  hospedar-se  em  sua 
casa,  que  também  era  coletor  de  impostos,  e,  consequentemente,  odiado  pelos  judeus  (Lc  19.1-10);  Ele  evangelizou 
mulheres pecadoras (Jo 8.1-11), inclusive uma samaritana (Jo 4.1-30; 8.1-11) para demonstrar que ele veio desfazer todas 
as  barreiras  sociais  e  culturais,  e  que  ele  não  trata  as pessoas  com  indiferença  ou  favoritismo  (Mt  22.16;  Mc  12.14;  Lc 
20.21). Jesus ensinou que não devemos julgar as pessoas pela aparência, e sim, pela reta justiça (Jo 7.24).  

3.3  A  acepção  de  pessoas  é  uma  atitude  contrária  à  lei  do  amor. Amar  a  Deus  sobre todas  as  coisas  e  ao  próximo 
como  a  nós  mesmos  são  os  dois  maiores  mandamentos  na  Lei  (Mt  22.34-40;  Mc  12.28-34;  Lc  10.25-27).  Quando  o 
doutor  da  Lei  perguntou  a  Jesus:  “quem  é  o  meu  próximo”,  Jesus  contou-lhe  então  a  Parábola  do  Bom  Samaritano, 
demonstrando que o verdadeiro amor não faz acepção de pessoas; pois, o homem que havia sido assaltado e espancado 
não  foi  ajudado  pelo  sacerdote  e  nem  pelo  levita,  mas,  foi  socorrido  por  um  samaritano,  que  não  olhou  para  sua 
nacionalidade (Lc 10.25-37). Por isso, devemos amar a todos (Gl 6.10; I Ts 3.12), inclusive nossos inimigos (Mt 5.44; Lc 
6.27,35). “O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Rm 13.10). 

CONCLUSÃO  
  Uma  vez  que  Deus  não  faz  acepção  de  pessoas,  a  igreja  também  não  deve  agir  com  imparcialidade  ou 
favoritismo.  Os  ricos  não  devem  ser  mais  honrados  do  que  os  pobres,  simplesmente  por  possuírem  mais  bens  ou  por 
fazerem  parte  de  uma  classe  mais  elevada.  Como  servos  de  Deus  e  imitadores  de  Cristo,  devemos  honrar  a  todos, 
independente de cor, sexo, raça ou posição social.  


REFERÊNCIAS 
•  ADEYMO, Tokunboh. Comentário Bíblico Africano. MUNDO CRISTÃO. 
•  ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger. Comentário Bíblico Pentecostal. CPAD. 
•  BARCLAY, William. Comentário do Novo Testamento. PDF. 
•  CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado versículo por versículo. HAGNOS. 
•  COELHO, Alexandre; DANIEL, Silas. Fé & Obras. CPAD. 
•  STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal.  CPAD. 

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

CURIOSIDADES SOBRE A BÍBLIA





Curiosidades sobre a Bíblia

1. Quais os livros da Bíblia que tem apenas 1 capítulo ? 


R: Obadias, Filemom, II João, III João e Judas. 



2. Quais os livros da Bíblia que terminam com um ponto de interrogação ? 


R: Lamentações, Jonas e Naum. 



3. Qual o menor livro da Bíblia ? 


R: II João (possui somente 13 versículos). 



4. Qual o maior livro da Bíblia ? 


R: Salmos (possui 150 capítulos). 



5. Qual o menor capítulo da Bíblia ? 


R: Salmo 117 (possui 2 versículos). 



6. Qual o maior capítulo da Bíblia ? 


R: Salmo 119 (possui 176 versículos). 



7. Qual o menor versículo da Bíblia ? 


R: Êxodo 20-13 (possui 10 letras). 



8. Qual o maior versículo da Bíblia ? 


R: Ester 8-9 (possui 415 caracteres). 



9. Quantas palavras a Bíblia contêm aproximadamente ? 


R: 773.693 palavras. 



10. Quantas letras a Bíblia contêm aproximadamente ? 


R: 3.566.480 letras. 



11. Quantos capítulos e quantos versículos a Bíblia possui ? 


R: 1.189 capítulos e 31.102 versículos. 


12. Em quais os livros da Bíblia não encontramos a palavra Deus ? 


R: Ester e Cantares de Salomão. 



fonte:http://www.montesiao.pro.br/estudos/curiosidades/curiosidades_biblicas.html

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